Mercado Imobiliário
Região de Jundiaí fecha 2022 em alta nas vendas e locações de imóveis usados
Pesquisa do CRECISP mostra o atual cenário de vendas e locações em Jundiaí e região
Publicado em
23/01/2023 às 12:36
Atualizado em
A Pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP), comparou os mercados de venda e locação de casas e apartamentos em Dezembro com os resultados obtidos em novembro.
Foram consultadas 45 imobiliárias das cidades de Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Bragança Paulista, Cabreúva, Campo Limpo, Itupeva, Jundiaí, Jarinu, Piracaia, Louveira, Pinhalzinho e Várzea Paulista.
Houve queda de 14,28% nas vendas e queda de 50,41% no volume de contratos de locação assinados no período.
Vendas
- Casas: 54%;
- Apartamentos: 46%.
Locações
- Casas: 72%;
- Apartamentos: 28%.
Vendas em Dezembro
A maioria das casas vendidas (53,8%) no período tinha valores até R$ 350 mil. Eram casas de 2 dormitórios, com área útil variando de 50 a 100 m².
Para os apartamentos, a faixa de preço preferida dos compradores ficou R$ 400 mil (75%), para imóveis de 2 dormitórios e área útil de R$ 50 até 100 m².
30,6% das propriedades vendidas em Dezembro estavam situadas na periferia e 41,1% nas áreas centrais e 28,2% nas nobres.
Com relação às modalidades de venda, 26,7% foram financiadas pela CAIXA e 27,8% por outros bancos, 22,2% dos negócios foram fechados à vista,16,7% parcelados diretamente pelos proprietários e 6,7% por consórcios.
Locações em Dezembro
A preferência dos inquilinos de casas na região de Jundiaí ficou por imóveis de até R$ 2.000,00 de aluguel (60%). Eram casas de 3 dormitórios com 51 a 200 m² de área útil.
Os apartamentos tiveram, em sua maioria, alugueis até R$ 2.500,00 (71,4%); e eram imóveis com 2 dormitórios e área útil de 51 até 100 m².
A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o depósito caução (30,8%). Os novos inquilinos optaram por imóveis situados nas áreas nobres das cidades pesquisadas (39,6%) e nos bairros mais centrais (35,4%).
E daqueles que encerraram os contratos de locação, 45,7% se mudaram para imóveis com aluguel mais barato; 10,9% para imóveis com aluguel mais caro e 43,5% não informaram o motivo da mudança.
Fonte: CRECISP
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